Cada passo, uma agonia
A espera pelo futuro próximo e inconstante
Mata a paciência, deixa ofegante
Revolta pela velha mania
Tento, procuro e nem ao menos sei do que falo
Calo e reflito sobre os ensejos
Como a seiva que não ultrapassa o talo
Busco auxilio nas placas, nos outdoor’s
Nem mesmo o consumismo me distrai
A procura pelo inominável já alcançou minha alma
Não sei mais o que minha mente atrai
E os segredos?
Agora, pouco importa
Os lugares agora são ocupados pelos medos
Buscar a luz?
Apenas se houver um interruptor
Por que de possibilidades
Não sou admirador
Certeza sim compõe a razão de viver...
As que se mostram a nossos olhos e
Que atingem as entranhas do “crer”

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