
MIDI (A) LMA
Inútil...
O mundo é totalmente inútil!
Quanto às margens...
As nuvens...
As folhagens...
Totalmente fútil.
Nas batidas de asas...
Na beleza das aves...
Várias farsas.
Propagandas de perfume?
De sandálias?
De estrume?
Bruxas que parecem fadas!
Crianças lindas...
Porém armadas.
Toda a majestade dos comerciais
Suscita, nos olhos de outrem
A soberba, que vai além
Que, até, mata dizendo amém.
A falsa verdade que nos rodeia
Que nos ama e nos odeia
E que, principalmente, nos ilude
Que nos leva, espontâneos, para a cadeia
Guerra? Brigas?
Tapas? Tiros? Tragadas?
Como podemos nos preocupar com os outros
Se morremos de fome (falando ao celular)?
Não temos escolas (e sim roupas de marca).
Não temos dignidade (a substituímos pela televisão)
Tele-visão
Tele-manipulação
Tele-pizza
Tele-fusão
Tele-amor
Tele-conforto
Tele-“espontaneidade”
Tenha uma bela poupança, meu filho,
Eu uma criança carente
Ouça o sussurro das musicas gringas
A difusão de um sangue
A manipulação de vidas
Diga sim à Gangue
Fumar é chique
Amar é arcaico, sentimento desprezado
Não tenha tiques, não será elitizado
Tenha como comer caviar
Arrote escargô
E evite assoviar
Chame: Garçom, por favor!
Seja done de ação
Dos monarcas, seja o lobo
Não tenha objeção
Assuma o(a) Globo!
Um comentário:
te disse tantas vezes do seu futuro promissor nisto.............
que vc continue assim te doro.............
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